
Quem é o patrono da escola em que você estudou (ou da escola em que você trabalha)? Pode ser algum nome de projeção nacional, como um político, um escritor, um educador… Ou talvez alguma figura local, como uma professora pioneira em sua comunidade. Seja quem for, a compreensão dos motivos da homenagem requer que a memória seja preservada. Registros como cartas, fotografias, livros, jornais, revistas, atas, apostilas, são fontes que registram o passado e nos ajudam a não o esquecer. No caso da escola, sua história se relaciona, de maneira mais ampla, com as histórias das políticas públicas locais e nacionais, da educação e do país. Quando pensamos no ensino de Química, podemos considerar a história dos equipamentos, dos laboratórios, dos experimentos, dos livros didáticos, dos currículos… e refletir sobre as mudanças ao longo do tempo.

